domingo, 5 de fevereiro de 2017

Patricia Gaffney: Wild at Heart

Wild at Heart
My rating: 4 of 5 stars


Uma versão entre o menino Mogli e Tarzan, recontado de uma forma que apreciei muito.
Um homem é encontrado na selva e é trazido para a Universidade para ser objeto de estudos. como as pesquisas nesta não deram certo, o pai de Sydney, a mocinha, o leva pra casa para fazer um experimento com ele (Michael, o mocinho) que é vigiado porque eles temem suas reações violentas.
Mas, como Michael, não fala, pouco se sabe sobre ele.
Aos poucos, ocorre uma aproximação entre o garotinho (Sam, o irmão mais novo dela) e Sydney. E descobrem que ele teria uns oito anos quando a embarcação que ele viajava afundou com os tios e só ele sobreviveu, primeiramente com uma matriarca e dois filhos, e após sua morte, o filhos dela o abandonaram, ele se juntou a um bando de lobos e conviveu com eles bastante tempo. Alimentava-se como um animal e era completamente selvagem. Eram seus instintos que comandava...
No convívio dele com os familiares dela, aos poucos, vem `sua mente pequenos rasgos de lembranças: do nome, do acidente e que ele tinha noção de leitura, visto que, carregava sempre com ele um livro, que perdera a escrita no naufrágio. Ele, pela perda de contato com os humanos, perdeu a noção de como falar.
Embora tivesse uma aparência selvagem, era muito bonito e era capaz de aprender com rapidez; algumas coisas básicas tiveram que ser ensinadas...
Sydney era uma viúva jovem que não tinha muita força de vontade, era dominada pela tia e pelo pai. Mas, com o amor crescendo por ele, ela reage e vai à luta, crescendo muito no meu ponto de vista.
A história é surpreendente, a escrita da autora impecável, provando que existiu e exigiu muita pesquisa sobre a época.
Não me agradou muito a extensa explicação sobre a visita ao parque e sobre a fuga dos animais, embora saiba que esta última tinha que ser assim por conta dos acontecimentos futuros.
Os pontos positivos foram: a empatia entre Sam e Michael, a primeira noite dele, a delicadeza com que ela, Sydney, mostra o que desejava dele, a sensibilidade dele de só querer fazer amor a primeira vez com ela, a surpresa sobre a vida anterior dele, o julgamento foi perfeito e o epilogo que fechou bem, me agradando bastante.

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Colleen MacCullough: Assassinatos Demais

Assassinatos Demais

My rating: 5 of 5 stars

Uma leitura impressionante e perturbadora, sobre os crimes que acontecem na cidadezinha de Holloman (Connecticut) que deixa a policia em polvorosa com os onze crimes, dos quais alguns foram cometidos com barbárie.
Carmine e sua equipe lutam para decifrar as causas possíveis destes assassinatos. Porque esta mortes acontecerem numa mesma época, o que estava envolvido nesta incógnita? Que relações tinham essas pessoas em comum.
E assim, penetrando no mundo de enredos e mentiras, o detetive tenta de todas formas descobrir o que estava por trás disso e do cabeça do Cornucopia?
Apesar da multidão de personagens eram intensos e histórias macabras, a autora com sua mente sinistra conseguiu me prender e ficar imaginando como tudo aquilo se resolveria...
E meio a isso, a cada personagem e enigma desvendado a história cresce cada vez mais, tornando incrível e surpreendente.
Os diálogos são perfeitos, as ações me envolveram tanto que era como se eu adentrasse na pele de Carmine e ainda tentava imaginar o que se passava por trás de suas divagações. pela forma bonita dele se relacionar com a família.
Em tempo: Personagem Delia, me lembrou demais a Pauley Perrette (Abby Sciuto-Especialista Forense de NCIS). E me pego pensando como a mente fabulosa da autora criou personagens sinistros que nos apavoram só em imaginar e que, embora fictícios, sabemos que existem mentes tortuosas capaz de fazer essas maldades.

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Mary Balogh: Someone to Hold (Camille e Joel) Spoiler

Someone to Hold  (Alguém para Abraçar*) -  Mary Balogh My rating: 4 /5  Agora nos deparamos com história de Camille, a mais v...