domingo, 25 de maio de 2014

Entrevista de Catherine Anderson ao Rincón de La Novela Romántica

Catherine Anderson é uma escritora que me cativou com suas histórias cheias de personagens fortes, sofridos e que me vem comovendo há algum tempo. Sempre vou me lembrar da primeira vez que topei com o Livro A canção de Annie, que li em espanhol e me encantei. Que livro maravilhoso e tão diferente de tudo que já tinha lido! Após esta leitura cativante, fui conhecer a Série Comanche e cada história me tocou, me fez sofrer e chorar. Que escritora é esta que me comove com suas historias com seus personagens tão díspares?. Aqui e agora, você vai conhecer um pouco dessa escritora que o Brasil precisa conhecer e apreciar. Esta entrevista ocorreu em 06 Setembro 2010, na ocasião do aniversário do site El Rincón de La novela Romántica, do qual sou uma grande fã  por me proporcionar tantas coisas boas com suas publicações.O ultimo livro que li foi Early Dawn, com a mesma carga de emoção e sofrimento que a Amy Masters de Coração Comanche sofreu, um pouquinho mais leve, mas que não deixa de ser triste e comovente. Bem então vamos a entrevista:
Olá Catherine! Estamos encantadas em falar contigo. Em Espanha acaba de publicar Lua comanche. As leitoras espanholas têm esperado durante muito tempo para poder ler teus livros em nosso idioma e estamos muito felizes.
Por esta razão, é uma grande honra para El Rincón de la novela romântica poder entrevistar-te. Muito obrigada por concordar!
Olá a todas. Muito obrigada por me convidarem para esta entrevista. É um grande honra falar com minhas amigas e leitoras de Espanha.
Como dizíamos antes, temos esperado muito para ler as novelas de Catherine Anderson. Mas, em realidade, já conhecíamos um pouco de ti e tuas novelas. Sabemos que eres uma escritora muito querida em Estados Unidos e que tardaste muito tempo em ver publicadas tuas novelas. Algo que nos surpreende um pouco, nos custa crê que antes nenhum editor se interessara. Por que você levou tanto tempo a publicar? Poderias nos contar um pouco como foi teu início como escritora, por favor?
Creio que a maioria dos escritores custa um tempo atrair a atenção de uma editora e vender uma mostra de seu trabalho. Em meu caso, meu primeiro envio a Harlequin foi finalmente comprado, mas passaram quase dois anos até então e, quando isso sucedeu, tive que revisar a historia para Harlequin Intriga.
Escrevi meus quatro primeiros livros publicados para Harlequin, em concreto para a série Intriga, o que supus uma grande aprendizagem para mim. Em qualquer caso, as historias deviam ser curtas e apressadas, o que achei que me limitava muito. Queria escrever novelas mais extensas, concentrar-me mais em dois personagens principais e desenvolver a historia de amor destes de maneira mais profunda. Enquanto escrevia para Harlequin comecei a esboçar Lua comanche, e rapidamente me percatei que não sabia o suficiente sobre esta tribo, assim que passei quatro anos pesquisando em profundidade sobre a tribo Comanche.
Finalmente, quando termine Lua Comanche, meu agente  a enviou a praticamente todas as editoras que havia então. Tristemente, a historia foi recusada uma e outra vez porque rompia todas as normas estabelecidas para a novela romântica. Um par de editores me pediram que mudasse a historia para ajustá-la as pautas de então, mas me neguei. Finalmente, Lua comanche foi comprada por Harper Collins para uma nova série de ficção para mulheres que daria acolhida a uma mostra de diferentes classes de historias. Lua Comanche foi muito bem recebida pelas leitoras, continua sendo uma das favoritas de milhares delas e, todavia está vendendo bem como uma reedição de New American Librari.
Quando olho para trás, para minha carreira, sempre sentirei que Lua Comanche estabeleceu as bases e lançou minha carreira como escritora.
E, em relação, as perguntas anteriores, queremos fazer-te uma mais. Quais são os desafios aos que se enfrenta uma escritora de novela romântica?
Para mim, o gênero romântico é o único gênero. Não creio que haja desafios concretos  para a romântica que não existam também para qualquer outro gênero. O objetivo para qualquer escritor é criar uma historia interessante e personagens com os quais os leitores possam identificar-se. Sem estes elementos em um livro, sem ter em conta o gênero ao que pertence, a falha é quase certa.
Quantas novelas românticas têm escrito até agora?
Até agora tenho escrito acima das trinta.
Que podes contar as leitoras espanholas sobre Lua Comanche? Gostaria-nos saber como foi o processo de escrevê-la. Quanto tempo você tardou em escrevê-la e quanta documentação foi necessária para isto?
Pesquisar para escrever Lua Comanche requereu quatro anos. Enquanto investigava, fui esboçando e escrevendo a historia, que revisei constantemente segundo ia aprendendo novos fatos e dados sobre a tribo dos nativos americanos. Queria retratar minuciosamente a tribo Comanche, seus costumes, suas reuniões sociais, suas crenças espirituais, e para lográ-lo, tive que estudá-los em profundidade. Naquela época, encontrar livros com documentação sobre os Comanches era muito mais difícil que agora, com a internet. Para aprender o idioma deles tive que colher fragmentos e peças dele, de alguns documentos do governo dos Estados Unidos, de algumas busca de em livros, e alguns outros de pequenos glossários com os quais tropecei.
Esta é uma pergunta “obrigada”, Catherine. De onde nascem as ideais para tuas novelas?
Encontro minhas ideias em qualquer parte, nos periódicos ou artigos de uma revista, observando a gente, de canções que ouço no rádio, e às vezes somente de minha imaginação.
Uma das razões pelas que nos calam tuas novelas é por esta dose de emoção e sofrimento que as caracteriza. Resulta-te difícil escrever sobre sentimentos tão crus, emoções a flor de pele, emoções que desnudam a alma de teus personagens?Hás chorado alguma vez enquanto escrevias alguma de tuas novelas?
O que seria difícil para mim como escritora seria escrever um livro desprovido das mais profundas emoções. Honestamente, duvido que possa fazer isto. E sim, a miúde aparecem lágrimas em meus olhos enquanto escrevo certas cenas cheias de sentimentos. É então quando sei que estou afirmando os cravos e escrevendo uma historia com que alguém mais poderia desfrutar.
Alguns de teus livros ocupam um lugar especial em teu coração? Por quê? Tens algum personagem preferido de tuas novelas?
Lua Comanche sempre ocupará um lugar especial em meu coração porque ele criou o marco de minha carreira como escritora. Também creio que Lua comanche atuou um grande papel nos movimentos e mudanças produzidos no gênero romântico, lançando abaixo as barreiras que previamente haviam impedido aos escritores de publicar novelas românticas mais realistas.
Uma vez dito isso, sem embargo, adoro cada livro que escrevo e quero a cada personagem que desenvolvo. Isso é muito similar a perguntar a uma mãe qual de seus filhos é seu favorito. É uma pergunta que encontro muito difícil de responder. Nomearia um livro, logo outro, e pronto estaria nomeando todos os que tenho.
Outra coisa que nos impacta sobre tuas novelas são os protagonistas. A miúde são pessoas que hão sofrido alguma experiência traumática, abusos, que sofreu de deficiências... Por que escolhes este tipo de heróis e heroínas?
Creio que o amor de verdade e as historias de amor são possíveis para todo o mundo e, a miúde, me desgosto quando leio livros sobre pessoas de beleza perfeita que não tem problemas sérios que enfrentar. Não conheço a ninguém assim na vida real, e si o fizesse provavelmente não me preocuparia por ele ou por ela. As pessoas que encontro em meu mundo não são fisicamente perfeitas. Podem ser muito atrativas, mas no fundo de seus corações, tem sentimentos que os coíbem por uma imperfeição real ou imaginária. E a gente sempre tem problemas. Se falares com alguém durante tempo suficiente, normalmente acabarão aludindo a isto. Existem poucas pessoas que nunca sofreram dor ou um trauma de qualquer outra classe. Assim que suponho que minha resposta a esta pergunta é que prefiro escrever historias realistas, e como escritora me nego a limitar-me a escrever sobre pessoas guapas que nunca terão uma razão para derramar uma lágrima. Para mim, o amor é uma emoção mágica que pode mover montanhas e obrar toda classe de milagres. Isso é o que quero comunicar com minhas historias, que pessoas com defeitos, que há sofrido pena e dor, podem encontrar o amor verdadeiro e para sempre. 
Catherine, hás escrito tanto novelas históricas românticas como contemporâneas, mas qual preferes?
Adoro tanto a novela histórica como a contemporânea. Escrever sobre cada uma delas me dá oportunidade de seguir e manter viva minha criatividade. Os tempos mudam, as costumes e as crenças mudam, e a moral social muda, mas as emoções do coração humano permanecem inalteráveis durante séculos. Desfruto escrevendo sobre o amor e criando historias românticas, sem importar em que época.
Quais são teus livros e autores preferidos, tanto românticos como de outros gêneros? Que livros ou autores hão influído em ti como escritora?
Estas são perguntas que sempre declino responder. Tenho meus autores preferidos e um par deles me hão estendido uma mão   ao longo dos anos. Mas tenho muitos conhecidos dentro da indústria e sempre tenho me conscientizado para não ofender a nenhum deles. Se nomear aos meus autores preferidos e deixo o nome de alguns amigos... Bem, imagina o panorama. Não desejo ferir a ninguém por omiti-lo.
Gostam-nos muito as declarações de amor de tuas novelas. São inolvidáveis. Mas qual é tua preferida?
Como disse antes, realmente, não tenho uma novela favorita, uma cena, ou personagens, mas algumas declarações de amor hão resultado mais divertidas de escrever, suponho. Em Summer Breeze, a carta de Joseph Paxton, em sua velhice, a seu mulher Rachel foi especialmente significativa para mim, e muitas leitoras me escreveram para dizer-me quanto haviam chorado ao lê-la.
Catherine, não queremos terminar esta entrevista sem agradecer-te que hajas respondido a todas nossas perguntas e hajas permitido, assim, que as leitoras espanholas conheçam mais de ti e teu trabalho. Gostaríamos de oferecer-te a oportunidade de que dediques umas palavras ao Rincón de la novela romântica por nosso aniversario e que, por suposto, adiciones qualquer outra coisa que desejes dizer nesta entrevista.
Quero dar graças ao Rincón de La Novela Romântica por esta grande honra e fazer chegar minha gratitude por este convite. Espero que todas vocês aguardeis pela publicação de Comanche heart (Coração Comanche)Indigo blue e Comanche magic (Magia Comanche). Também estejam atentas a minha próxima publicação, Here to stay, prevista para fevereiro de 2011.
Antes de despedir-me, desejo ao Rincón de la Novela Romântica uma maravilhosa celebração de aniversario e estarei aguardando outra  oportunidade para falar com vocês, algum dia.

Meus melhores desejos, Catherine Anderson.

domingo, 18 de maio de 2014

Os sais para uma dama em apuros!

"Meu Deus, que delirante criança, Horatia!, O que-o que você tem feito?" Lady Winwood afundou sobre as suas almofadas com os olhos fechados ... “O sal, o vinagrete, e alguma água da Hungria aplicada nas têmporas  restaura a vida uma dama  aflita “.    Citação de O Casamento Conveniente por Georgette Heyer.


O vinagrete era uma pequena caixa fortemente vedada com uma segunda tampa furada dentro contendo um pouco de gaze embebida em vinagre, água de lavanda ou outro aroma. Os conteúdos cheirosos eram feitos para reanimar alguém com sensação de desmaio ou para dar alívio para odores desagradáveis. Podia ser mantido dentro de uma bolsa ou ser equipado com um laço e pendurado sobre pulso do usuário ou de uma castelã. Vinagreteiros eram feitos por ourives especializados em caixas, portanto estes geralmente também faziam caixas ornamentadas. Havia ferreiros em Londres que faziam este tipo de trabalho, mas a maioria das caixas eram feitas em Birmingham.
fonte:http://www.georgianindex.net/Reticule/Chatelaine.html#TOP

As bolsas de antigamente ou Retículos

   Uma retículo era uma tipo de bolsa pequena que poderia ser pendurada no punho para ser usada da mesma maneira que uma bolsa de noite é utilizada hoje. Isto também poderia ser chamada de algo indispensável. A bolsa se ​​tornou um acessório indispensável, porque a linha da recente moda das cinturas altas dos vestidos Império seria interrompida por algum objeto guardado num bolso. Em dezembro de 1801, Katherine Wilmot, uma mulher irlandesa em Grand Tour visitando Paris, descreveu como retículos como uma "pequena bolsa de ferramentas."
 A bolsa podia ser de malha, feito de pano rico com uma corrente de ouro e com um fecho, ou derivados de determinados itens como as conchas. Retículas de malhas e cobertas de telas eram consideradas passatempos adequados para as jovens. A termo bolsa durante a Regência só seria usado para descrever uma bolsa de couro bastante pequena para o transporte de dinheiros como em uma bolsa de trocado (moedeiro) hoje. 
  A bolsa podia conter um lenço de linho fino, um estojo de cartão de visitas cheio de cartões de ladies, uma pequena bolsa para gorjetas, um vinagrete(sais), selo de Senhora, um bloco e um lápis em uma pequena caixa, e uma lata de balas de menta. Cada bolsa, provavelmente, abrigava uma bolsa pequena de veludo para evitar arranhões. Abaixo duas figuras de Ackermann  mostram damas em vestidos de passeios com suas retículas.


sábado, 17 de maio de 2014

Chapéus e toucas das nossas heroínas




Chapéus femininos e toucas eram produzidos por um trabalhador especializado conhecido como um chapeleiro. A palavra 'modista' foi registrada pela primeira vez em 1529, quando o termo se referia aos produtos pelos quais Milan e o norte da Itália eram bem conhecidos, ou seja, fitas, luvas e palhas. Aqueles que importavam  essas palhas altamente populares eram chamados de "modistas" a partir do qual a palavra acabou por ser derivada. Os produtos de uma modista representados os trabalhos de muitos especialistas, tais como os fabricantes de flores, tintureiros de penas, trançadores de palha ou fazedores de gorro, fabricantes de feltro, fita e fabricantes de corte, e até bordadeiras, bem como os fabricantes de rendas, linho, algodão e utilidades de seda.
Na década de 1770, (quando enormes perucas e penteados estavam na moda) a touca 'calash' era usada para proteger os penteados altos do época. Estas toucas dobráveis ​​eram feitas de tiras de madeira ou osso de baleia costurados em canais num capuz de seda. Uma longa fita anexada à parte frontal superior da capa, seguro firmemente pela mão, permitia que o usuário segurasse o calash firmemente, enquanto caminhava ao vento.
Por 1780, o largo chapéu achatado pastor entrou em moda, como o desejo romântico para uma vida mais simples que exaltava a poesia e a prosa. Foi um simples chapéu de palha ou tala - uma fina tira de madeira ou palha usada para fazer chapéus de tecido, cestas, etc. A palha era em geral de um tipo de palha de trigo italiano que é tecida em chapéus(leghorn). Toucas Tala eram realmente feitas de tiras finas de madeira raspada. Tala era usado pelos fazedores de chapéu da mesma forma à palha trançada , e por isso às vezes era chamado de " tala de palha " ou " trança de chips". Mas na verdade era madeira. Poderia ser entrançadas ou tecidas, assim como palha. Uma vez formado em qualquer forma estava correntemente na moda, pode ser descolorida ou colorida, então enfeitada com seda, rendas , veludo e penas. Gorros de seda às vezes tinha tala e fios costurado dentro das costuras, criando um quadro para dar-lhes forma. Tala trançado era geralmente criado a partir de pinho branco , álamo Lombardia, ou salgueiro Inglês. Para fazer tala de uma árvore jovem se dividia esta em seções e se alisava. Um plano especial de faca desenhava longitudinalmente as placas, marcando os cortes estreitos finos longos. Um plano suave levava essas finas tiras por fora, que então podiam ser tecidas. 

O final de 1780 viu mulheres serem influenciadas pelos chapéus alto de feltro ditado no estilo francês. Estes altos, coroados chapéus pontiagudos eram às vezes chamado de Postilion por causa dos cocheiros que conduziam a carruagem montados num dos cavalos e que puxavam a carruagem. O melhor de feltro era obtido a partir de feltro de pele de castor. Chapéus de feltro eram menos caros possa ser feito da metade de pele de castor e alguns outros materiais, tais como pele de coelho ou lã.
De 1795-1810 , os vestido simples de cintura alta de musselina branca e capacete como gorros inspiradas em antigos romanos e gregos motivos tornou-se moda. Motivos Império eram inspirados pela pintura de parede e nas esculturas reveladas durante as escavações da cidade romana perdida de Pompéia, na Itália e em livros impressos sobre o assunto. O livro em 1809 de Thomas Hope, Costumes  antigos, influenciaram estilos de roupas, popularizando romano e desenhos gregos.
Os turbantes se tornaram popular após 1802 com a invasão do Egito por Napoleão. Eles eram feitos para parecer exótico. Turbantes frequentemente incluíam seda e bordado metálico caro ou broches.
Chapéus para mulheres eram frequentemente influenciados pela moda masculina. Uma versão de um boné de jóquei, com uma coroa um pouco maior, era popular no período da Regência. O chapéu era geralmente feito de seda, como sedas dos jóquei de corridas. Montagem de chapéus, com uma coroa inferior que a cartola de um homem, também eram populares. O chapéu postilion (mostrado acima ) também poderiam estar entre os chapéus das mulheres influenciadas pela categoria de moda masculina.
A  touca “pontuda” era um chapéu em forma de capuz amarrado sob o queixo, com uma pequena coroa na parte de trás e uma aba frontal ampla projetando que sombreada do rosto. A palavra " cutucado " refere-se ao fato de que não havia espaço na parte de trás para o cabelo ser empurrado para cima no interior do capuz de modo a que o penteado era completamente coberto. Tornou-se moda no início do século 19. O tamanho do touca cutucado aumentou , até que, em 1830, o rosto de uma mulher não podia ser visto, exceto a frente.
http://www.georgianindex.net/hats_women/hats.html

O chá de panela de uma noiva

   Um chá de panela é  dar festa para dar presentes para uma futura noiva, em antecipação de seu casamento. O costume se originou na década de 1890 e hoje é mais comum nos Estados Unidos, Canadá e pela influência norte-americana, na Austrália.
   A história do costume está enraizado não necessariamente para o fornecimento de presentes para futuro casal, mas para fornecer bens e assistência financeira para garantir o casamento possa acontecer.O costume do chá de panela dizem  ter crescido práticas anteriores de dotes, quando a família de uma mulher pobre  não tinha o dinheiro para dar um dote por ela, ou quando um pai se recusou a dar a sua filha o dote, porque não aprovava o casamento. Em tais situações, os amigos da mulher se reuniam e traziam os presentes que iria compensar o dote e permitir que ela se casasse com o homem de sua escolha.
   As primeiras histórias sobre esses eventos têm sido conhecida a origem, em Bruxelas, na Bélgica por volta de 1860. A lenda frequentemente citada, traça a origem desta prática no século 16 ou 17 na Holanda. No entanto, há também muitas práticas paralelas com dotes  nos Estados Unidos colonial ou costume do a esperança no peito (enxoval) .
  Um costume relacionado praticado na Inglaterra medieval era o Ale Noiva, em Piers Plowman de Langland (§ B.II.45), há uma referência a um bruydale, que era uma festa realizada antes do dia do casamento, em que a noiva fazia a cerveja e vendia para os convidados em um preço elevado.
Nos Estados Unidos, os chás de panela começaram em áreas urbanas na década de 1890, principalmente entre as classes médias superiores. Na década de 1930, nupciais se espalhou para a América rural. 
O mais antigo uso deste sentido da palavra em impressão pode estar no Grand Rapids - Jornal Michigan Evening  nº  22 de 04 de junho de 1904: "As festas de chá de panela",  que é uma confusa   hospitalidade que o  casal  é obrigado a comparecer ... " e pode derivar de costume na época vitoriana em que os presentes são colocados dentro de um guarda-sol, que quando aberto  "chuveria" sobre a  futura noiva com presentes.
  Muitos costumes diferentes se desenvolveram em diferentes regiões e grupos sociais. Mas o formato básico tem sido relativamente inalterado por gerações, e destaca os papéis de gênero tradicionais. Sociólogos como Beth Montemurro escreve que o ritual do chá de panela "socializa as mulheres no papel esposa tradicional hiper-feminizado", com sua ênfase sobre o papel futuro da futura noiva como cozinheira da família, dona de casa e parceira sexual.A Historiadoar Elisabeth Pleck ecoa essa dinâmica em apontar que os presentes dos chás tradicionais eram "para o quarto ou a cozinha". Mas esse papel é mais uma homenagem às mães e avós do que um reflexo de como a futura noiva vai realmente se comportar no casamento. 
  Embora o formato manteve-se relativamente consistentes, houve algumas mudanças significativas. Um guia de etiqueta a partir da década de 1920 sugeriu que chás deveriam ser "puramente espontâneo e informal", com os convidados que chegam sem avisar na futura noiva em casa, enquanto um guia de planejamento dos anos 1950 sugere temas mais complexos e jogos. 
Chás são frequentemente realizados durante a tarde ou à noite, mas nunca em geral como almoços ou jantares. Eles geralmente ocorrem quatro a seis semanas antes do casamento.
Devido à história prévia de chás sendo "puramente espontâneo e informal", os chás não desenvolveram a mesma etiqueta formal, que se desenvolveu no que diz respeito a casamentos. Os convites podem ser emitidas informalmente, por correio, telefone ou e-mail.
  Como chás são explicitamente uma ocasião para presentear , todos que atende ao chá se esperam que levem um pequeno presente. não se espera que pessoas que recusem o convite por qualquer motivo, para enviar um presente ou não participar da festa.
  O alimento pode ser servido em chás nupciais. Tanto como bolos e doces também pode ser servido para os convidados.
Os convidados
  Os convidados são escolhidos entre os amigos pessoais da noiva , familiares e outros simpatizantes. Os homens não costumam estar presentes em chás de noivas. O número de convidados e suas relações com a noiva é muito variável. No Canadá, entre algumas comunidades de imigrantes em salões de festas comunitários com mais de 300 convidados estavam normais, enquanto outras culturas enfatizou as partes íntimas apenas com amigos íntimos e parentes. Em geral, as pessoas que são convidadas para um chá de panela também são convidados para a cerimônia de casamento.
Incomum em outros países -   Nupcias não são comuns em algumas culturas. No Reino Unido, núpcias têm sido descritos como uma "ideia consumista americana" com "aceitabilidade limitada".No Reino Unido, presentes de casamento normalmente são selecionados a partir de uma lista fornecida pelo casal, e entregues no casamento ou pela loja e, às vezes exibida no casamento.

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