sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Porque nos apaixonamos?


 Segundo pesquisas nossos genes são programados para fins reprodutivos,mas se é assim por que nos apaixonamos? Porque a natureza, esta sábia natureza, deu aos seres humanos essa imensa gama de sentimentos e junto com esses, a capacidade de se apaixonar como forma de escolher um parceiro para a reprodução. Segundo o psicólogo evolucionista David Buss-U. do Texas, O desejo é a chave de tudo. Primeiro procuramos a beleza que de certa forma traduz-se como saúde. É ela, que torna possível a nossa perpetuação da espécie.Quando as mulheres procuram um parceiro, elas procuram os altos e fortes, inconscientemente, pensando na capacidade deles em alimentá-las e também alimentar a família. Quando os homens escolhem mulheres, procuram as de quadris largos e seios torneados, o que pode ser a garantia de filhos fortes e saudáveis-parecidos com eles. Assim os homens e as mulheres estão sempre a procura por uma boa compleição genética e da fertilidade.Mas, ainda segundo o artigo, nem só a beleza está envolvida nisso, além dela ocorre a atração romântica e a sexual despertados por mecanismos complexos.Deste último, fazem parte, os hormônios,a predisposição genética e os sentidos.Não se desprezando-se outros mecanismos  envolvidos como: o charme pessoal e a inteligência - estes vem só com tempo,ou seja, após o estágio inicial de reconhecimento. Os genes, ah! nosso genes, estes sim , são o ponto principal da nossa eterna busca por parceiros.O nosso comportamento,sofre influências dos hormônios e dos neurotransmissores, que por sua vez são controlados pelo sistema endócrino,que funciona de forma ímpar em cada ser humano.Segundo outra pesquisadora,Helen Fisher-Universidade Rutgers-N.Jersey, todos temos quatro personalidades, que de acordo com o nível presente de cada hormônio em nosso organismo nos tornaría : exploradores,construtores, negociadores e diretores,isso conforme a predominância de dopamina,serotonina,estrógeno e testosterona, respectivamente.
 Ainda de acordo, com H.F.,todas as quatro fazem parte de nós,mas ums sempre se destaca mais.Através de estudos ,ela concluiu que, os negociadores se sentem atraídos pelos diretores e os exploradores e construtores são atraídos pelos de seu próprio grupo.O cheiro natural exalado por nosso corpo também serve como denominador nesta questão.É aqui que,entra o complexo de histocompatibilidade(MHC) que são os genes que atuam no nosso sistema imunológico, presente em todos os mamíferos, ested codifica as proteínas, que ao serem excretadas pelo suor deixam um cheiro característico.Experiências feitas com ratos, mostrou que, estes evitam copular com os que têm MHC parecidos com os deles.Foram feitos, estudos similar pela U. Lausanne-Suiça, provando que o mesmo ocorre conosco.No estudo, algumas mulheres, sem influência de desodorantes ou perfumes, procuraram os cheiros masculinos com MHC diferentes ao delas.O MHC, também está presente na saliva e isso, inconscientemente ou não, funciona como um teste de compatibilidade humana.Nós, portanto, estamos sempre atrás de descendentes imunológicamentes mais aptos. Conclusão; é como se o traço evolutivo das especies buscasse formar casais capazes de gerarem outros seres imunológicamente  mais aptos, afirma finalmente a geneticista Maria da Graças Biscal da U. Federal do Paraná.

Banana: o fruto proibido

A Banana
Segundo o jornalista norteamericano Dan Koeppel, o fruto proibido da Bíblia não era a maçã, mas sim a ...banana!. Sim, essa mesma que todos nós conhecemos. O jornalista afirma que o termo maçã apareceu na Bíblia na versão escrita em latim por São Jerônimo e foi divulgada nos séculos seguintes, após a criação dos impressos de Guttenberg.Ocorreu uma confusão de tradução de uma língua (hebreu) para outra (latim), S. Jerônimo, escreveu a palavra malum, que na versão dos historiadores significava malicioso e maçã em latim.E assim, a Biblia com seu fruto proibido ganharam o mundo. D. Koeppel, diz que Adão e Eva para se cobrirem, usaram folhas de figueira( que não são grandes para cobrir nada!). Mas, as folhas de banana, benditas folhas, sim eram grandes o bastante para eles se cobrirem! para reforçarem isso descobriu-se que a banana  durante um certo período era conhecida como figo.Koeppel escreveu um livro: Banana: The Fate of the Fruit That Changed the World -  Banana, O destino da Fruta que Mudou o Mundo.Nas pesquisas feitas por ele na Bélgica, Equador, Honduras e China e em consultas em documentos e depois de dezenas de entrevistas, ele descobriu que em Kuk Swamp (Papua-Nova-Guiné), os cientista encontraram resquícios de uma enorme e organizada plantação, mas não descobriram que tipo de plantação existia ali. Foi, somente em 2002, que cientistas australianos descobriram que a plantação era de bananas. A fruta percorreu a África, o O. Médio e Europa. Os árabes fora os responsáveis pelo nome dado a ela-banan (dedo em árabe) e só então, chegou a América. Pela corrente tradicional acredita-se que foram trazidas pelos europeus, já outra corrente diz que já havia bananas trazidas pelo polinésios. Coincidências das coincidências- ela é conhecida como maika na Ilha da Páscoa, no Hawai e ...Nova Zelândia. Mas, oficialmente ela foi trazida em 1516, trazido pelo reverendo Tomás de Berlanga.

E daí se espalhou pelo Caribe e chegou a América do Sul. Nos EUA, por volta de 1870, o capitão Lorenzo Dom Baker, parou seu navio para consertar na Jamaica e levou alguns cachos a Nova Jersey para vender e fez tanto sucesso que em menos de um ano era o maior exportador de bananas do Caribe. Baker, também se uniu a Andrew Preston, um comerciante de Boston que as vendia no seu mercado. Apartir de então, eles criaram a primeira companhia de banana  do mundo a Boston Fruit, que tempos depois se uniria a uma empresa de plantações de bananas  na América Central e assim nasceu a United Fruit, que cresceu a  custo do suor de trabalhadores escravizados e explorados e da conivência dos governos destes países. Sabe-se que milhares deles morreram quando fizeram greve, por não suportarem mais as condições existentes e foram mortos por soldados colombianos, em prol dos EUA. O sucesso desta empreitada diminuiu por causa um fungo que atacava as plantações de bananas - uma praga incurável e misteriosa, que contamina toda a variedade da fruta, e que, por ser estéril, assexuada e sem sementes elas são muito vulneráveis. Cientistas vêm tentando a cura para a praga, mas por enquanto ele (o vírus) tem ganhado todas as batalhas. Dan Koeppel, acha que a solução seria criar uma variedade geneticamente modificada para resistir à praga. Segundo ele, o consumo de banana pelo americano ao chegar aos 40 anos é de aproximadamente10 mil bananas.


Alguns fatos do Almack, um dos clube mais famosos de Londres no século 18

O Almack


Almack começou em 1764 sendo um clube de jogo e rival do White. De acordo com uma lenda, que durou mais de dois séculos, foi fundada por William Macall , que disse que ele o nomeou , invertendo as sílabas do seu nome. Mas, aparentemente, o seu nome verdadeiro era William Almack, que cinco anos antes, em 1759 , abriu um café no lado norte de Pall Mall que foi um estabelecimento eminentemente masculino, onde senhores poderiam comer bem, beber vinho decente e ler tranquilamente um jornal. Com este mesmo espírito, abriu o clube Almack, mas o foi jogo que o tornou tão famoso. A maior parte dos membros fundadores tinha menos de trinta anos, mesmo um deles, Charles James Fox, tinha apenas dezesseis anos quando entrou para o clube, tornando-se um dos membros mais infatigáveis ​​. Charles e seu irmão Stephen, apenas três noites perderam um montante ensurdecedor £ 32.000. No entanto, os Fox não foram os únicos que tinha o vício do jogo, já que muitos cavaleiros se reuniram ali para apostar uma quantidade significativa pelas próprias regras impostas pelo clube. O jogo se levava muito sério: não havia quadros nas paredes para não confundir os jogadores. Eles usavam pulseiras de couro para anexar babados de renda de suas luvas e chapéus de palha para proteger os olhos da luz e impedir que o cabelo pudesse cair sobre eles. Mesmo que às vezes usassem máscaras para esconder suas emoções.
Embora muitos membros da Almack não  eram do White , logo a rivalidade originou entre os dois , porque estar num dos dois clubes terminavam sendo excluído do outro .
No verão de 1765, Almack abriu novas salas de reuniões em King Street, em St. James Street, que acomodar ambos os sexos, e para a ocasião realizou um grande baile com a presença do duque de Cumberland, o herói de Culloden. Foi um dos primeiros clubes de Londres que acolheram homens e mulheres ao mesmo tempo. A partir daí, novos bailes seguiram-se.
As danças e reuniões nos salões de Almack sobreviveram ao jogo que sofreu um golpe fatal quando um de seus funcionários abriu seu próprio clube, em outubro de 1778.
Almack tornou-se moda em Londres e boa sociedade desejava aderir ao clube. Um clube que foi dominado por um grupo de senhoras influentes da alta sociedade (com os anos foi presidida, entre outros, Lady Pembroke, Mrs. Fitz Roy, Anne Stewart, Marquesa de Londoderry , Sarah Villiers , Condessa de Jersey , Lady Cowper , Lady Sefton , Mrs. Burrel Drummond , condessa de Lieven e a princesa Esterhazy ) examinando potenciais membros de um modo atrevido e que não hesitavam em exercer a sua autoridade . Por exemplo, recusada a entrada do Duque de Wellington, porque eles usavam calças em vez de calções e lenço branco exigido pelas seis ou sete senhoras de alta classe que dirigia o estabelecimento.

Mas Wellington não foi o único que foi negado à entrada no Almack, muitas outras pessoas de posição e fortuna não conseguiram a aprovação das senhoras, cujo modo de dirigir o clube estava sujeito aos caprichos cruéis, arbitrários e despóticos.
Aqueles que conseguiram agradar as patronas da Almack eram obrigados a pagar uma taxa anual de dez guinéus (a guiné é mais do que um libra esterlina) que eles têm direito a um vale. Ter isso significava dizer que você era da sociedade com S maiúscula e perder, devia se esquecer de ter categoria na sociedade de Londres. A Comissão organizava um baile com o jantar uma vez por semana (quartas-feiras), durante a temporada social.
As instalações que o clube teve na King Street tinha um salão de dança de aproximadamente 30 metros de comprimento por 12 de largura. Eram pintado em branco e amarelo claro e decorado com colunas douradas, medalhões clássicos, grandes espelhos e cortinas azuis. Totalmente iluminado por mais de 500 velas de cera e na época da Regência por lâmpadas de gás brilhante de cristal esculpido. O maior numera de pessoas que chegou a abrigar era por volta de 1700. A orquestra tocava em uma varanda com uma grade de ouro.
As senhoras patronas reuniam na noite segundas-feiras durante a temporada para determinar se expulsavam alguém por comportamento desonroso (podiam destruir a reputação de uma jovem debutante) ou admitiam um membro bem valioso. Os membros do Almack eram autorizados a levar um convidado, mas o hóspede tinha de ser examinado pelas patronas antes. Era essencial ter dinheiro, mas a educação e comportamento exemplar. Esta disposição foi uma maneira de manter os novos ricos. Um título poderia abrir a porta do clube, mas a criação reprodução e formas excelentes eram muito mais importantes. Apenas cerca de três quartos dos herdeiros da nobreza ganhou acesso ao clube.
As pessoas clamavam por vales para ser admitido ao Almack porque era o lugar para permanecer e ser visto. Era uma maneira de exibir seu status social e de conhecer outras pessoas com estatuto semelhante. As pessoas que iam ao Almack procurava afirmar o seu lugar na categoria de alta classe. Além do salão de baile, havia também salas para aqueles que preferiam o jogo. Senhores iam lá à procura de esposa de dote bom, por isso, pelo qual o clube se tornou o mercado de casamento mais cobiçado. Por volta de 1790, as mães apresentavam suas filhas como debutantes e tentou fazer com que seu cartão de dança estivesse os nomes dos jovens de casar mais importante. Era um evento digno de comemoração quando uma mãe poderia comprar vales para as filhas de Almack “em idade de casar.”.
Nas grandes jantares de Almack não eram dados grandes jantares ou serviam bebidas alcoólicas, apenas algumas entradas, pão em fatias finas com manteiga fresca e bolos de vidros e beber chá ou limonada, mas, na realidade, as pessoas não iam lá para comer. Jantar começava às 11 horas e, naquele momento, as portas fechavam-se.

Dançar era a principal fonte de entretenimento, mas só foram autorizadas danças "decentes" para evitar qualquer tipo de irregularidade. Mas os tempos foram mudando, foram admitindo novas danças. Em 1814, as patronas do clube concordaram com uma dança que estava começando a ser muito popular e que foi rejeitado inicialmente porque era muito íntima e escandalosa quando foi introduzida: a valsa. Uma vez aceita por Almack, a valsa tornou-se um vício pela sociedade.
No Almack se dançou durante décadas. No entanto, enquanto os fregueses chegaram velhice também diminuía o seu despotismo e, portanto, o privilégio e a importância do lugar. Em 1863, 98 anos após a abertura, o clube finalmente fechou suas portas. No entanto, quarenta anos depois, em 1904, tentou voltar das mãos de Sir Hugh Stewart Houghton, mas a sua história, até ao seu encerramento em 1963, é cheia de altos e baixos, mudanças de propriedade e outros incidentes que teve pouco a ver com a relevância do Almack teve durante seu balanço completo cobrindo um período de quase cem anos.

Hoje, no local onde antes ficava Almacks lá um prédio de escritórios, mas há uma placa lembrando o antigo local do famoso clube de Londres.
1- Almack
2- Vale do Almack

A menstruação desde a antiguidade até os dias atuais

A perda de sangue mensal em mulheres, no caso, a menstruação sempre foi um sinal externo e óbvio que atraiu a atenção dos povos da antiguidade. E porque não dizer a nossa. Portanto, não é surpreendente falar que carregasse temores sociais e pessoais eram carregadas por várias superstições. Talvez um dos primeiros temores que envolviam a menstruação ocorreu nos tempos pré-históricos entre os caçadores, diante do risco de ser contaminado com o sangue menstrual que poderia atrair animais e aumentando o risco de temores por ataques.
Para os persas (800 AC), tanto a mulher que tinha tido um filho, como a mulher que estava menstruada, era “impura" e esta, (coitada!) era isolada por quatro ou mais dias em uma sala que continha palha seca espalhada e a quinze passos de distância do Fogo e Água (itens considerados limpos). No leste da Índia (século VI AC), ritual de purificação da menstruada eram muito precisos, e estabelecia que a mulher esfregasse os dentes, gargarejado doze vezes e as mãos e os pés lavados, em seguida, mergulhar no rio doze vezes, e depois de deixá-lo, esfregar lama que levava estrume fresco, mais uma vez mergulhar na água trinta e quatro vezes, e repetir a esfregação da lama, repetir mergulhando vinte e quatro vezes, esfregando o corpo com açafrão e, finalmente, cerca de mais vinte mergulhos.
Muito se tem especulado sobre a causa da menstruação e por um longo tempo (até o final do século XIX) ideias de medicina grega, que o viam como uma forma de excreção de resíduos em vigor. Hipócrates (466-377 AC) acreditava que o sangue menstrual era um produto de resíduos e isso porque a mulher gerava muito sangue. Ele ressaltou que a origem do sangramento era porque a mulher estava extremamente quente e só por este meio pode suavizar a temperatura do corpo. Galeno (século II dC) pensava o contrário, já que para ele o sangue menstrual aparecia devido à imperfeição da mulher, que era fria e úmida, faltava o calor necessário, o que causava uma digestão anormal de alimentos; a função do sangramento era eliminar resíduos.
A tradição popular e religiosa romana atribuía à menstruação efeitos perigosos e maravilhosos. O principal promotor dessas ideias foi Plínio, o Velho (23-79 dC), que achava que nada era mais poderoso, para melhor e para o pior, o sangue mensal das mulheres (No que acredito ele tinha razão).
Algumas das coisas que foram atribuídas à menstruação: que ela poderia curar verrugas, marcas de nascença, gota, bócio, hemorróidas, epilepsia, lepra, dor de cabeça... Ele poderia afastar os demônios, era usado como uma oferenda a um deus e para fazer filtros de amor e encantamentos.
Nos séculos XVIII e XIX, a “melancolia” se tornou moda. Os casos de depressão e suicídio quando os protagonistas eram do sexo feminino, foram relacionados com o poder supremo do útero, agindo ao sabor da situação das mulheres. A maioria das autoridades médicas acreditava que as mulheres durante a menstruação ficavam especialmente fracas e predispostas a uma variedade de doenças prejudiciais. Para isto era recomendado repouso e que tentasse evitar qualquer tipo de atividade física ou mental. Era proibido completamente: a dança, o ciclismo, corrida, o remo, e qualquer tipo de exercícios atléticos, eram perigosos viajar de cabriolé, trem ou carruagem.
O mistério da origem da menstruação começou a si desvendar, em 1908, por dois médicos da Universidade de Viena, Fritz Hitschman (1870-1926) e Ludwig Adler (1876-1958).
A história da menstruação evoluiu a partir do conceito mágico e astral, através de teorias filosóficas que a categorizavam como um produto da digestão, juntamente com uma demonstração da inferioridade da mulher; até o século XX, graças a o progresso da ciência, descobriu-se que os órgãos genitais femininos tinham funções específicas orientadas pela busca da gravidez. Assim foi que, depois de centenas de anos de ignorância, foi-se capaz de eliminar a maioria das superstições que existiam sobre o sangue menstrual, embora, ainda hoje, o conceito de inferioridade das mulheres ainda precisa de bastantes mudanças.
Como as mulheres se arranjavam nos tempos antigos, quando tinham as regras?
A história das mulheres, especialmente seus afazeres diários, era imprópria ou desinteressante até para falar disto. Durante séculos em culturas europeias, as mulheres eram apenas "boas” para um número limitado de coisas e dado que foram os homens que governavam o grupo, não é de estranhar que uma das razões pelas quais eu realmente não sei bem o que as mulheres fizeram no passado, quando os seus períodos estão em causa, é porque a maioria das informações que chegou até nós foi por meio de homens, e eles só falaram de "essas coisas de mulheres". É quase impossível saber ao certo o que  usavam as mulheres na maioria das culturas, mas com toda a probabilidade desde sempre, elas teriam utilizado toalhas, panos, esponjas, grama, peles e outros materiais.
A primeira evidência de que sobreviveu até hoje do que foi usado por mulheres durante a menstruação vem do antigo Egito. Os pesquisadores acreditam que as mulheres egípcias utilizavam papiros amaciados e ervas para produzir um tipo de tampões descartáveis ​​rudimentares. Na época romana pensa-se que usavam algodão e lã. E, em geral, a nível mundial, peles de animais foram usadas ​​para absorver o sangue menstrual.
As mulheres antigamente perdiam menos sangue do que hoje? Se sim, não é uma opção, como em partes se sugere que o sangue era absorvido por suas próprias roupas? Ou toalhas ou qualquer tipo de compressa usada? E assim como prendiam ao corpo ou as roupas?
Não se sabe, ou pelo menos não pode ter certeza de quanto é o nível de perda de sangue que as mulheres tiveram no passado. Aparentemente, isso pode variar de acordo com a dieta e as pessoas não eram tão bem alimentados no passado como agora.
Aparentemente, muitas mulheres em certas partes da Europa entre 1700 e 1900 não usavam nada de especial: panos ou toalhas ou esponjas, ou qualquer outra coisa durante a menstruação, porque sangravam em suas próprias roupas. E uma vez que a maioria dos primeiros colonizadores da América veio da Europa, é provável que os americanos e os canadenses tão bem o faziam.
Em 1700 (e muito antes) mulheres e homens na Europa e na América usava uma camisa longa de ombros até a batata das pernas, presa a sua pele dia e noite. Esta era a sua única roupa interior. As classes ricas e superiores usavam essas mesmas camisas, mas numa versão de luxo.
Só os homens usavam calças como roupa exterior, um símbolo de sua autoridade (daí o ditado “vestindo as calças”), apesar das mulheres às vezes usarem roupa interior quando viajavam ou quando o tempo estava frio.
Em 1757 um médico alemão ( Christian TE Reinhard) deu uma razão para qual as mulheres não devessem usar calças ou roupas íntimas fechadas “seus órgãos genitais precisam de ar para permitir a evaporação da umidade, para evitar sua decomposição e provocando odor.” Mas ele reconheceu, no entanto, que as mulheres poderiam usar em climas frios e para se protegerem dos insetos.
Mais tarde, mais ou menos, a partir da Revolução Francesa, as mulheres começaram a usar roupa interior, calções e shorts, cobrindo as pernas completamente sob os vestidos vaporosos. Embora tenha demorado décadas para que as calças, como roupas íntimas entre as classes altas, fossem aceitas, e até mesmo entre as pessoas comuns. Estas últimas continuaram a usar apenas a camisa sob a roupa durante a maior parte do século XIX.
Antes do século XX, a mulher europeia e americana menstruava raramente em comparação com as de hoje. Começavam a menstruar mais tarde, por volta da segunda metade da adolescência e parava antes, se vivesse o tempo suficiente para experimentar a menopausa. Por isso tinha um período de tempo mais curto.
Eles se casavam muito jovens e usavam ​​poucos meios de contracepção. Sua missão era ter filhos e como tinham bastantes filhos, de modo que sua menstruação desaparecia, obviamente, a cada gravidez. Amamentava seus filhos por algum tempo e, como regra geral, durante o período de lactação esta ficava suspenso.
As mulheres eram mais propensas a terem suas defesas baixas, a serem desnutridas ou enfermas (ou uma combinação de todos os três de uma vez) e isso também poderia parar a menstruação.
Assim não é de estranhar que nos curtos espaços de tempo que tinham o período, utilizavam qualquer trapo velho para absorver o sangue. Este era ao menos o costume das mulheres rurais e das classes baixas.
A lavagem e mudança de roupa de baixo era considerado insalubre, porque as mulheres temiam se bloqueassem sangramento causasse um sangramento mais grave.
Dois escritores alemães observaram que praticamente só as mulheres que se dedicavam ao teatro usavam esponjas, toalhas ou travesseiros que são feitos com tecido como proteção menstrual. As maiorias das mulheres sangravam em sua própria camisa e às vezes por dias sem alterações.
Alguns registros escritos cerca de 1800 sugerem que uma roupa interior preta era usada "durante o mês das mulheres.”.
No século XIX, as mulheres usavam roupas íntimas com uma abertura permanente entre as pernas. Com vestidos usavam então, um tipo de roupa interior foi idealizado com o sistema tradicional de puxar para baixo ao fazer suas necessidades, teria sido muito complicado.
Neste século, foram desenvolvidas e registradas diversas patentes para a realização de toalhas ou esponjas para uso da menstruação. Um homem de Chicago concebeu, mas não fabricou um tipo de copo menstrual ligado à extremidade de um arame (apenas um homem poderia conceber algo!). Que por sua vez era ligado a um cinto em volta da cintura mulher.
Tendo chegado o século XX o vestuário começou a ficarem mais leves, por isso não era mais necessário à abertura na roupa interior, pois não resultava desconfortável baixá-la, e as calçolas podiam exercer a sua função de esconder e cobrir os órgãos genitais. Mas elas ainda eram de pernas largas e longas nos meados de 1930.
Em 1914, quase todas as mulheres usavam toalhas sanitárias de pano. As toalhas sanitárias eram lavadas e, se as mulheres não estavam em suas casas, porque estavam viajando e não podiam usar as instalações onde eles estavam hospedados, elas queimavam na lareira da sala que ocupavam.
Já na década de 1890, na Inglaterra, estava disponível especificamente para queimadores portátil, disponíveis para queimar as toalhas. Nesta década, você poderia comprar as primeiras toalhas higiênicas descartáveis.
Aparentemente, foram as enfermeiras que trouxeram o uso das toalhas para conter o fluxo menstrual, compressas e curativas descartáveis utilizadas para conter o sangue das feridas dos soldados. Essa ideia logo tomou forma e começou a fabricação de toalhas higiênicas barato produzidas o suficiente para que seu uso se propagasse.
A primeira compressa adesiva apareceu no final de 1960. Esta foi revolucionária porque as mulheres poderiam começar a se livrar dos aparelhos que até então usados ​​para armazenar suas toalhas higiênicas. Em meados dos anos oitenta, compressa com o cinto, não estava mais disponível para venda.
Curiosidades:
- As mulheres de hoje têm, geralmente, menstruação e menopausa antes que eles atinjam cerca de 52 anos de idade. Também atrasam a maternidade, muitas vezes, atrasam até meados dos 30 anos, têm menos filhos e nem sempre amamentam. Tudo isso leva que eles tenham muitos mais períodos, o que, em teoria, é “nem natural nem saudável.”.
- A Ovulação e a menstruação mensal estão associadas com muitos problemas de saúde, incluindo um aumento do risco comprovado de câncer do ovário, anemia associada com as regras abundantes, cistos dos ovários, e a endometriose.
- A atriz Marilyn Monroe que sofria um caso grave de endometriose sofreu tantas operações e tomou analgésicos durante anos que indiretamente contribuíram para a morte por uma overdose acidental de medicamentos.
- Sangrar os doentes como um tratamento para suas doenças (que durou até o século XX) foi algo recomendado pelo grande médico grego Hipócrates, depois de observar que as mulheres se recuperando do inchaço e da dor após o início do seu período. O presidente George Washington está entre os milhares de pessoas mortas ou gravemente doentes por esta prática popular.
- Em 1912, o New York Times publicou um artigo que afirmava: "As mulheres não têm direito a voto, porque eles são emocionalmente instáveis ​​quando menstruam e, portanto, não conseguem lidar com essa responsabilidade.”.
- No início do século XX, as candidatas universitárias foram desencorajadas de ir para a faculdade, porque não era bom para o seu útero. A explicação foi que para estudar era necessário todo o sangue no cérebro e se removesse ele do útero provocaria dano permanentes aos órgãos reprodutivos femininos. A Dr. Edward H. Clark escreveu um livro no qual ele sugeriu que "a educação superior pode causar atrofia no útero da mulher”.
- Disney fez um filme educativo sobre a história da menstruação. Ela dura 10 minutos e foi feito em 1946. O mais provável é o primeiro filme em que se fala a palavra vagina.
- No passado, as igrejas cristãs recusavam a comunhão a mulheres menstruadas.
- Os únicos mamíferos que têm menopausa são elefantes, baleias corcundas e as fêmeas humanas.
- Um período menstrual completo normalmente preenche menos da metade de um copo de sangue, incluindo coágulos sanguíneos. Uma hemorragia intensa é definida para preencher mais de uma xícara por ciclo (usar uma toalha ou tampão a cada hora, durante seis horas seguidas ou quando tiver um período que dura mais de sete dias).
- Coágulos provem de cólicas e contrações uterinas que são tão forte e frequente que o sangue não tem tempo a desvanecer-se antes de sair. Ter pequenos coágulos durante o dia é normal.
- Sangramento menstrual tende a ser mais pesado e mais duradouro durante os meses de inverno
- Quando uma menina nasce com seu o número de ovos e são cerca de dois milhões. Na puberdade ele tem apenas cerca de 40.000 dos quais menos de 500, com o tempo, eles são realmente lançados.
- Até próximos dos 18 anos, períodos irregulares são muito comuns porque o corpo ainda está trabalhando no aperfeiçoamento do sistema.
- O óvulo feminino é a única célula humana do corpo humano e que pode ser vista a olho nu.
- Em um ponto na história, as mulheres que se queixam de dor menstrual foram tratados por psiquiatras e que as cólicas eram vistas como uma rejeição da feminilidade.
- Pesquisadores demonstraram que as presas são muito mais propensas a cometer um crime violento antes da menstruação do que após ela.
- Uma jovem pode ter sua primeira menstruação, a qualquer momento entre 10 e 16 anos de idade.
- Feromônios pode levar a sincronia menstrual. Esta teoria sugere que as mulheres que vivem em estreita proximidade desenvolvem períodos sincronizados.
- Embora improvável, é possível engravidar durante a menstruação.
- Estudos mostram que a luz artificial à noite afeta o ciclo menstrual de uma mulher.
- “O absorvente interno moderno foi inventado pelo Dr. Earle Haas em 1929 e foi chamado de “dispositivo catamenial” ou “dispositivo mensal". O nome da marca foi registrada como Tampax.
Um curioso vídeo de promoção do Tampax na Alemanha mostra:
- Ao longo de sua vida de uma mulher passa 3.500 dias menstruadas.
- A média de idade para parar ter períodos é aos 51 anos, embora os sintomas da menopausa possam começar bastante cedo com 32 anos de idade.
- “Alguns psicanalistas, inclusive Freud, têm sugerido que a menstruação é uma “sinal sangrento pela carência do pênis pelas mulheres” e é um lembrete para as mulheres “por sua falta de limpeza e de inferioridade."
- Vários estudos sugerem que os ritos de casamento são uma extensão dos ritos da menarca, o que pode explicar por que muitos vestidos de noiva têm sido historicamente vermelhos.
- O nome “progesterona” surgiu na Segunda Conferência Internacional sobre Padronização de hormônios sexuais , em 1935 , e significa "para a gestação”.

1- cinturão

2- roupa interior para periodo menstrual

3- cinta para manter as toalhas sanitárias


4- cinturão menstrual

5- Artefato para manter as toalhas higienicas no lugar
5- Enfermeiras utilizado compressas

6- Toalhas higienicas

7- Copo de arame

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Mary Balogh: Someone to Hold (Camille e Joel) Spoiler

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